segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eu acredito que ninguém é perfeito... até que você se apaixone por essa pessoa! Mas é claro que se ele tiver aqueles olhos claros e brilhantes, cabelos ruivos, várias sardas charmosas espalhadas pelo rosto, ombros e tronco e cerca de 1,8m de pura simpatia, felicidade e compreensão, eu não vou fazer objeção nenhuma!

Pauta do TDB: O namorado dos sonhos

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Mais uma noite como aquela e Draco simplesmente iria desistir de patrulhar os corredores, o que era sua função de monitor. Não via motivo nenhum para se manter acordado até mais tarde que todos e ficar andando de um lado para o outro naquele castelo gigantesco se...


- Nada nunca acontece. - resmungou o rapaz virando em mais um corredor depois de quase duas horas patrulhando. Não vira nem sequer uma mosca no seu trajeto que abrandia metade da escola.


Seu tédio estava atingindo o auge lá pela meia-noite, quando cansou de fazer o mesmo caminho repetidas vezes, e resolveu que ninguém descobriria se ele fosse dar uma volta no lago para esvaziar a cabeça antes de dormir. E se alguém descobrisse ele também não se importava, a diversão de ter autoridade sobre os alunos mais novos não superava a chatice das obrigações noturnas.


De tanto pensar nos prós e contras de deixar sua função de monitor, nem se dera conta do quanto andara e só parou quando chegou ao jardim e percebeu que lá fora tinha tanto para fazer quanto lá dentro. Andou a esmo por alguns minutos mas, ao ouvir o som das portas se abrindo, correu para se esconder no meio das árvores que tinham ali perto. Quando teve certeza de que estava totalmente oculto, arriscou um olhar para onde tinha vindo o barulho.

Sua testa se franziu por alguns instantes e não demorou muito para reconhecer a ruiva que saía do castelo. Se não estava enganado, já era a terceira noite em menos de duas semanas que aquela garota aparecia usando o mesmo casaco longo e fazendo as mesmas coisas. Ou quase. Dessa vez ela novamente olhou pro céu e pareceu falar e sorrir para o nada e, também como das últimas vezes, foi andando até uma macieira na beira do lago para se sentar. A diferença foi que, naquela noite, ela resolvera interromper o ritual e pegar uma maçã antes de começar a escrever no caderninho.


Draco não sabia ao certo o por quê de nunca ter-lhe dado um belo susto nessas noites que a vira mas também não se esforçava para descobrir; era simplesmente muito mais fácil ficar sentado na grama, escondido entre as árvores, pensando nos motivos que levavam aquela pequena ruivinha aos jardins tão tarde da noite e por tantas vezes. Como não achava resposta, se ocupava em olhar de longe e esperar a hora que ela voltasse para a escola para ele poder ir depois sem ser visto. Ainda sentado, olhou para os lados se dirigiu engatinhando ao tronco mais próximo para poder se apoiar mas, quando já estava quase chegando, sentiu a mão e os joelhos escorregarem e, com o susto, não teve tempo de amparar a queda, resultando num encontro do seu queixo com o chão. Com um salto levantou e começou a puxar a capa para pressionar a língua que mordeu sem querer e estava tão ocupado que nem percebeu o grito que deixara escapar e agora ecoava pelos jardins.




* pessoinhas, pessoinhas... mais uma parte que do que eu tinha prometido.
descuulpem a demora mas a semana foi corrida e não tive tempo para escrever.
vocês já devem ter percebido que esse 'capítulo' se trata da mesma noite da Virgínia(Gina) só que vista pelo ponto de vista do Draco (não resisti! eu adoro esse casal impossível).
espero sinceramente que vocês tenham gostado; eu já estou no limite do meu cansaço e gastando parte das mera 5 horas de sono que terei essa noite...
amanhã é a final da gincana, peoples ! torçam por mim, sim ?
:*

domingo, 17 de maio de 2009

Já passava de meia-noite quando Virgínia resolveu chutar suas cobertas para o lado, sair do seu dormitório e ir passear pelos jardins da escola. O dia tinha sido vazio e cada mísero detalhe tedioso ficara marcado na sua mente à ferro. Todos os dias sempre a mesma coisa, todas as semanas nunca nada de novo acontecia, os meses eram tão iguais que ela se perguntava como já era junho se nem se lembrava de ter passado por maio. Até essa insônia que a perturbava ultimamente sem motivo não mudava.

Como já estava acostumada a fazer o mesmo caminho tantas noites, seus pés a levaram diretamente pelos corredores mais seguros (para evitar esbarrar no terrível zelador). Para cobrir seu pijama, usava um casaco escuro e comprido, que balançava suavemente enquanto andava e se agarrava a um pequeno caderno e uma caneta.

Parou apenas quando finalmente se viu do lado de fora do castelo. O vento brincou com seus longos e ondulados cabelos ruivos, jogando-os para trás enquanto ela inspirava profundamente o ar fresco da noite e um sorriso satisfeito brincou em seus lábios finos.

- Olá. Sentiram minha falta ? - disse ela olhando para cima - Eu senti saudade de vocês. Aliás, estão especialmente lindas hoje.

Piscou com ternura para os pontinhos que brilhavam no céu negro e se dirigiu à sua árvore favorita, uma macieira alta e cheia de frutos que ficava perto do lago, olhando atentamente sua copa. Era sua noite de sorte.

Deixou o caderno e a caneta junto ao tronco e se posicionou estratégicamente embaixo de uma maçã muito vermelha. Precisou de três pulos esforçados até conseguir alcançar seu alvo, mas a dificuldade só a deixou mais orgulhosa de si mesma. Sentou, ajeitou o pequeno caderno sobre as pernas dobradas, deu uma mordida na maçã e começou a escrever absorta em pensamentos, sem nem ao menos perceber o par de olhos que a observava de longe.



* geeente, eu resolvi começar essa história. por favor, adorariia opiniões! é claro que isso se vocês quiserem que eu continue... :$
como tenho atualizado muito pouco e não tenho tido muito assunto, resolvi começar aquela fic que eu tinha prometido.
tentarei postar diariamente e sempre vai ser de pouquinho em pouquinho. espero que vocês gostem... peguei uma base em Harry Potter.
:*

segunda-feira, 11 de maio de 2009

chamem de frescura, besteira, paranóia, digam que preciso superar isso ou que só vai atrasar minha vida. eu não me importo. não gosto de mudanças e ponto final.
e tudo se deve a pequenos traumas sofridos aqui e ali que vão se somando e somando e... bem, eu fico receosa com mudanças em geral.
nunca fui o tipo de pessoa que se joga de cabeça nas oportunidades.
também não aprendo a pesar todos os prós e contras e, se me pego fazendo isso, acabo desistindo antes de começar.
até tento um meio-termo mas, extremista como sou, raramente consigo.
tive progressos, adimito. passei anos relutando para cortar meu cabelo e fazer franja mas quando fiz gostei do resultado.
porém, "nem tudo é exatamente como a gente quer", já dizia Guilherme Arantes, e algumas alterações acabaram sendo um pouco negativas do meu ponto de vista.
tudo bem, algumas mudanças são involuntárias ou obrigatórias, como crescer e passar de ano.
em algumas você não tem opinião e podem ser para o seu próprio bem, como mudar de colégio ou alguma dificuldade no trabalho.
já em outras, você é que decide e sua escolha pode afetar muito ou pouco na sua vida de ali em diante mas é você que vai arcar com as consequências.
algumas outras mudanças são extremamente drásticas e nem sempre necessárias, mas isso varia de pessoa para pessoa... algumas nem sequer chegam perto de pensamentos assim e vivem bem com o que já estão acostumadas.
de qualquer forma, mudanças precisam de toda uma preparação psicológica (e às vezes até física) para serem suportadas, o que nos faz temê-las por não saber como nos virar depois que o habitual é desestruturado. porque mudança é isso! é alterar, é variar, é modificar, é trocar, é transformar. nossa vida é baseada em mudanças temporárias ou definitivas que compõem pessoas e personalidades diferentes; sem elas talvez nunca estaria escrevendo aqui porque não teria me adaptado ao mundo da internet...
de qualquer forma, continuo não gostando de mudanças e não sabendo lidar com elas, mas respeito-as e não consigo fugir de muitas. (como se eu tivesse outra escolha)
;*

ps¹: isso tudo começou mais ou menos por causa de uma mudança de layout que eu tentei fazer pra mudar a cara do realidade relativa mas não deu muito certo e eu quase surtei tentando fazer voltar ao normal.
ps²: TAKERIZE tá em 4º lugar na classificação geral (apenas 25 pontos atrás do 1º colocado) e lá vamos nós para a final ! obrigada à todos que torceram :')

sábado, 9 de maio de 2009

eu uso meu celular como despertador... e ele está tocando. começo a tatear no escuro à procura de um infeliz objeto vibrante e barulhento. abro, nem vejo, fecho.
ah, o silêncio. certo, cadê o sol pra ajudar a enxergar um palmo em frente ao meu nariz ?! anh, claro... não tem sol às 5h da manhã, anta. vejamos, vejamos, vejamos... OMG, vejamos mais coisa nenhuma que eu fiquei cega!! (juliana teve a infelicidade de acender a luz). [...]
"pega tudo que você pensar que pode ser útil." okay.
caneta tinteiro, pena, abridor de garrafa, prova gabaritada, dinheiro estrangeiro, moeda velha, nota de um real, cabide, bicho de pelúcia, chaveiro, esqueiro, cd, vhs... "o que você acha de um livro de auto-ajuda ou... ou... uma fita colorida?" "não viaja, bru"; "já sei ! já sei ! vamo levar uma fôrma de gelo?" "bruna, quieta." [...]
"será possível que ninguém que mora na 34 está acordado às 6:30 de uma manhã de sábado pra arranjar um cano pra gente?" [.]

organizações, muitos gritos, vários berros, cantorias, xingamentos e animações depois, teve término a 1ª fase da gincana.
o que eu tiro disso? "VAI TAKERIZE, VAI-VAI TAKERIZE"
nunca tinha dado tanto suor e voz pra uma equipe de gincana mas foi um ótimo momento, uma manhã maravilhosa e estressante, que vai ficar na memória porque "TAKERIZE tem aquilo que você não pode dar".
se Deus quiser, vamos arrasar na final. torçam por mim ? (yn)

ps: tentei fazer uma coisa engraçadinha... me perdoem se eu não tenho o dom da comédia ^^"

sexta-feira, 1 de maio de 2009

coisas desconexas. eu gosto.
não do dadaísmo daqueles vanguardistas amargurados, mas talvez do niilismo dos que precisavam se expressar.
não a desconexão ilógica e o desencontro de palavras, e sim uma mistura de idéias propostas apenas em prol da tentativa de expressão.
meu blog, minha identidade.
minhas idéias escritas e apagadas repetidamente tentando alcançar algo perto do ideal que eu havia pensado. quantas vezes não escrevi sobre idealizar situações que (muito provavelmente) não irão acontecer daquela forma? é... eu não aprendo mesmo.
e é isso: eu não aprendo.
eu não aprendo que corro o risco de me cortar mexendo com faca; não entendo que dormir tarde e mal vai me fazer ter pesadelos e acordar com olheiras; não percebo quando tenho que parar em uma discussão ou em um desabafo; não descubro nunca o momento certo para calar a boca ou falar alguma coisa e minhas desculpas não são como deveriam ser.
mas as diferentes maneiras que eu erro que deveriam me levar ao acerto ainda me trazem um bônus: me permitem ver os diferentes ângulos de um mesmo erro cometido de diferentes formas.
a realidade que o engloba é sempre diferente pois meu ponto de vista nunca é o mesmo.
o modo como se vê algo muda tudo. a verdade absoluta, se é que ela existe, continuará a existir e reinar. mas desde quando isso importa se a sensação que você tem quando vê a mesma figura de outros lados é diferente ? a realidade é relativa e é isso que te digo.
se você discorda, ótimo! é mais um outro ponto que você me apresenta.
se ela vai ser uma realidade para mim também ? aí já é ooutra história.
;)

domingo, 26 de abril de 2009

"E então ela tirou delicadamente os caroços de um pedaço da melancia e deu uma bela mordida.
- Sabe... - disse tentando conter a gota que queria escorrer pelo queixo - ninguém é obrigado a gostar de tudo o que acontece mas, pelo menos, poderiam reclamar menos e fazer mais.
- Como se fosse tão fácil assim. - respondeu a outra enquanto olhava avoadamente para o lago.
- É o que diz um provérbio grego: "Começar já é metade de toda ação". - recitou, dando uma última olhada no livro e se virando para as amigas - Se você já começou, vai até o fim. Aliás, ninguém te disse que ía ser fácil e...
- Coisas que valem a pena nunca são fáceis, eu sei. Detesto quando vocês estão certas."
( só pra servir de introdução. um dia ainda vai ser parte de uma fic minha, podem esperar )

siiiiiiim, estou em momento de revolta e revolução.
nãããão, tem absolutamente nada a ver com desabafo emo porque 'ai, minha vida é uma droga' (por favor, eu tenho mais o que fazer)
em todo o caso, vamos aos fatos.
eu sei, você sabe e todo mundo concorda que é muito mais fácil ficar parado e se acostumar à uma situação do que tentar mudá-la totalmente lutando.
com todas as novidades e tecnologias que nos são apresentadas de bandeja hoje em dia, poucas pessoas se dispõem a sair fazendo coisas com suas próprias mãos. por exemplo, antigamente nem todos tinham dinheiro para gastar com brinquedos para os filhos e, ao invés de ficar lá fazendo nada, as crianças construíam seus próprios brinquedos! às vezes o pai ajudava, mas aquele carrinho de rolimã, aquela panelinha de barro e a bonequinha de pano não vinham direto do supermercado ou alguma loja especializada.
parece besteira mas é uma coisa a ser pensada.
atualmente as pessoas procuram pelas coisas prontas e, se não encontram, desistem e partem pra outro plano. aí é que entra aquele um, aquele outro e mais alguns que querem muito aquilo e sabem que não vão conseguir nada parados. não adianta nada você querer muito que aquele copo chegue até você e não levantar pra pegar ( desculpe acabar com seus sonhos mas o 'poder da mente' não faz objetos flutuarem ).
também é válido se você não for um dos que encabeçou o movimento mas tá dando todo seu apoio e dedicação para a causa. essas manifestações são como coração de mãe: sempre cabe mais um (ai que brega eu ;x)
bem, pessoinhas, é essa a ideia que fica: não se contente com o pouco que te oferecem se você merecer e puder ter mais.
completando com mais uma frase de propaganda: "se não puder fazer tudo, faça tudo que puder". :')

quarta-feira, 22 de abril de 2009

trabalhos em grupo são complicados por divergencias de ideias mas é tão mais fácil quando você pode dividir tarefas e não precisa fazer tudo sozinho.
a interdependencia que acontece forma uma harmonia adorável que, se todos fizerem seu trabalho, vai seguir muito bem até terminarem.
e, na boa, todo mundo fica super realizado se todo mundo leva a sério e tudo fica lindo!
isso sem contar que trabalho em grupo é ótimo pra conversar; principalmente se todos tiverem a capacidade de falar e trabalhar ao mesmo tempo.
e dá até pra fazer uma linha de produção dependendo do que estiverem fazendo.
aiai, taaantas possibilidades... mas ainda assim eu prefiro dividir a responsabilidade e multiplicar as conquistas \o

ps: cem comentários *-* que lindo, nunca pensei que ia chegar a isso! obrigada a todos que colaboraram ! :')

sábado, 18 de abril de 2009

Sempre tive a curiosidade sobre o que faria se voltasse no tempo... mas quero dizer qualquer espaço de tempo, nem se fosse só alguns segundos atrás.
Ah, eu poderia mudar tanta coisa! Podia ter aceitado ir para São Paulo quando meu pai tava trabalhando lá, ter mudado o corte do meu cabelo anos antes, começado a comer espinafre e cenoura sem ser obrigada(até que não é tão ruim, sabe?), quebrado menos brekets do meu aparelho, ficado menos tempo no computador, me dedicado bem mais aos treinos de hand e volei - até poderia ter continuado em Natal jogando pólo aquático! Poderia ter parado de roer unha aos 8 anos de idade, ter tirado muuuito mais fotos e ter tido menos vergonha de tudo.
hum... pensando melhor agora, não tenho certeza se faria tudo isso, não porque, se formos aplicar a teoria do caos ao passado, nem imagino o que aconteceria se eu mudasse qualquer uma dessas coisas.
além de tudo, sou medrosa assumida! prefiro mil vezes prevenir do que remediar.
mesmo assim... não seria contra se pudesse reviver aquelas férias de 2007. ninguém é de ferro, não é mesmo ?

Pauta do TDB: Voltar ao passado

sábado, 11 de abril de 2009

"tenho a impressão de que eu estaria mais conformada comigo mesma se estivesse deprimida no momento"; foi o que acabei de constatar.
não entendo porque mas sinto que, inconscientemente, estou tentando me puxar para baixo. estou me forçando a ficar preocupada/ansiosa/chateada com a situação de término como se, por não ser uma coisa muito divertida, eu tivesse que ficar triste.
mas eu não me sinto triste.
eu não sei o que sinto.
quero dizer... é óbvio que eu ligo pra isso mas não é como se não pudesse viver sem.
agora parei para lembrar do filme que vi com minha irmã e um amigo nosso na quarta: "Ele não está tão afim de você".
talvez o Alex esteja certo; provavelmente é por causa da minha necessidade como mulher de fazer drama.
[...]
ou talvez eu só esteja pensando demais na mesma coisa.
sentimentos são feitos para serem sentidos e não entendidos;
é como se eu tentasse definir a amizade ou o ódio ou até o amor... pior! é como se eu tentasse entender todos esses sentimentos juntos sentidos por uma adolescente.

haha, chega a ser irônico eu quase começar uma tese tentando entender a mim mesma.
whatever; escrever me ajuda a pensar e relaxar... dã! não é à toa que eu tenho um blog ^^"
até a minha próxima crise ;*

ps¹: eu vim antes da Páscoa! então feliz Páscoa de novo pra vocês (:
ps²: posso aparecer antes da crise - acabei de pensar nisso. tenho uma pauta do TDB que quero muito fazer!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

mal, mal, mal, mal... eu me sinto MAL.
me sinto meio zonza e meu estômago não para de revirar; isso é felicidade desde quando ?
mas por que eu tenho certeza de que não é tristeza ?!
é muita coisa passando pela minha cabeça pra um assunto tão insignificante e me irrita ter tanta importância pra mim. aliás... por que me importo tanto ?
eu sei porque me importo; porque é incômodo, porque eu não sou um sapato velho que só se usa quando precisa, porque não é culpa minha, porque é comigo e porque, além de tudo, parece que só incomoda a mim.
é, eu sei, caramba, que eu deveria deixar pra lá então. fácil falar ! quebre seu pé e engesse. quero ver se você consegue esquecer a dor nas primeiras horas e a coceira todos os dias.
não é tão simples quanto um corte que você apenas coloca um band-aid e espera sarar... esse pé que você quebrou vai ficar mais frágil e talvez acabe torcendo de novo.
não dá pra trocar por um novo mas você pode passar a conviver com ele do jeito que é e começar a ignorar ou chorar oceanos de lágrima toda vez que acontecer alguma coisa, você escolhe.
eu to com a cabeça quente agora; chateada, decepcionada; não sei o que vai acontecer e, apesar de ser avisada, aconselhada e concordar sobre o que é melhor, não sei o que fazer.
eu só sei que meu gesso já está seco e coçando. vamos ver o que acontece quando eu tirá-lo.
;*

segunda-feira, 6 de abril de 2009

eu quero férias.
eu PRECISO de férias.
adoraria poder dormir 12 horas por noite por pelo menos um dia... só pra matar a vontade de fazer preguiça!
não é nem só porque tem muita coisa pra fazer. é mais, realmente, por uma vontadezinha de não fazer nada.
sorte que lá vem um feriadão ! 4 dias sem ver nem a sombra dos meus livros... oh, a glória *-*'
feliz páscoa pra todo mundo se eu não postar de novo até lá.

ps; estou começando a me sentir mal de não ter feito as últimas pautas do TDB :~

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Auto-análise

Eu não sou muito normal (seja lá o que isso quer dizer).
Saudação, estranho, hoje vim me apresentar.
Nem igual e nem diferente de ninguém, sou uma libriana de 16 anos.
Sou péssima para falar de mim mesma e, por isso, evito ao máximo fazê-lo, o que acaba gerando uma falta de auto-conhecimento não muito favorável para mim mesma. Adoro comer, principalmente doces, mas às vezes me sinto mal de comer tanto(ou não comer) determinada coisa que acabo mudando o hábito. Não faço isso por questão de gorduras extras ou promessas aleatórias; se minha consciencia pesa, eu mudo. Não sirvo para ficar muito tempo parada; me dá agonia e coceira nas pernas e nos braços. Eu sou uma pessoa muito auditiva; não espero que você tenha entendido... nem eu entenderia. Mas, resumindo, não vivo sem barulho, não importa qual for. Mesmo que seja um zumbido irritante e baixinho, é melhor que o vácuo. Eu não gosto de muita atenção; não me sinto bem ao falar em público e evito ao máximo ser o centro da atenção de quem não tenho intimidade. Mas adoraria ser percebida às vezes como um pontinho vibrante no meio de tanto outros. Sou confusa; eu quero as coisas mas não gostaria de querer por determinado motivo que eu não acho que seja plausível. Sim, eu sou contraditória. Se te digo alguma coisa agora, no meio de uma discussão, e continuamos a conversar, provavelmente vou me contradizer antes de colocarmos um ponto final - e isso não significa que eu não sei o que estou dizendo, apenas acontece que eu não sei demonstrar meu ponto de vista ou mudei de opinião durante minha argumentação. Sou um pouco invejosa e admito mas nunca desejo o mal da pessoa, então chamo de inveja 'branca', ou seja, eu admiro e quero o mesmo para mim. Não sou vaidosa por pura preguiça; sim, eu sei que eu ficaria "liinda" mas não tenho uma preocupação real com isso atualmente. sou muito cabeça dura e, se eu não estou disposta a ouvir, não perca seu tempo e seu latim tentando me convencer do que quer que seja. Eu erro, sei que errei e vou pedir desculpas. Não venha jogar as coisas na minha cara porque eu provavelmente vou devolver, dependendo do meu nível de stress. Fico roxa facilmente, seja por vergonha ou um hematoma (inclusive, estou com um desde domingo que aderiu à uma antipática tonalidade amarela no meio). Morro de medo de diversas coisas mas, se você tambem tiver medo, vou superar todos os meus para que você se sinta protegido(a). Sim, eu tenho muito cuidado com os outros. Sou estilo mãezona mesmo, até quando não precisam ou não querem meus cuidados. Sou muito crítica, principalmente comigo mesma; às vezes nem o tudo é suficientemente bom se foi feito por mim. Minha auto-estima infelizmente é baixa e eu nem sei ao certo porque. Tenho meus problemas de vez em quando mas poucos são por aparência, graças a Deus.
Bom... eu poderia passar mais algumas horas aqui em uma auto-análise infinita e no fim eu ainda iria mudar tudo, fazendo a revisão final do que escrevi, mas isso me basta por enquanto.
Prazer, meu nome é Bruna e eu sou uma libriana de 16 anos, nem diferente nem igual a ninguém.
:*

segunda-feira, 30 de março de 2009

o que custa um pouco de carinho e atenção ?
custa o tempo de um abraço, o valor de um beijo e a dívida de um carinho.
se for muito caro, prometo pagar em dobro! devolvo o troco com juros sobre segundos.
mas, por favor, não me prive do pouco a que tenho direito.

ps; o desabafo não é hoje. não dá tempo e eu ainda preciso me reestabelecer.
;*

sábado, 28 de março de 2009

preciso desabafar. colocar pra fora tudo que tava na minha cabeça esses dias. tenho necessidade de ser ouvida, mesmo que sem receber atenção.
adoraria contar como sou, do meu ponto de vista. talvez seja o texto mais extenso de toda a vida do meu blog mas eu não ligo.
ainda não preparei nada. não tenho pretensões e até me vêm uma ou outra música na cabeça, mas nada certo ainda.
não tenho certeza se meu objetivo é ser lida. penso que é melhor e gostaria se sim mas, caso não, não tem problema. explico mais tarde.
é... eu preciso desabafar. logo. quando eu tiver tempo e paciência. ;*

quinta-feira, 26 de março de 2009

Irritação constante, crises de choro por nada, picos de felicidade seguidos de gritos histéricos...
Não é minha época favorita do mês e nem de ninguém que me conhece porque é quando estou Treinando Para Matar e, como ninguém Tenta Perturbar Menos, acabam levando patada por qualquer respiração mais exasperada.
Parece que não se tocam que o que menos precisamos é de mais dor de cabeça (não basta a que estamos sentido?) ou devem achar divertido ver um tom púrpura no nosso rosto, beirando o azul, de ódio. Mas engraçado é quando as pessoas não fazem nada e nós descontamos nelas até a raiva do pingo de água que caiu no cabelo que acabamos de escovar e saímos andando, voltando minutos depois com um sorriso no rosto, como se nada tivesse acontecido.
Pior é quando juntam as mulheres aqui de casa (nada menos que 3, sendo duas adolescentes e contando comigo) com o mesmo problema. Não passa com chocolate e nem adianta carinho. Aliás, queremos mais é que o carinho se exploda porque ninguém tá com humor pra ele. Sortuda é minha avó que, além de não passar mais por isso, ainda é surda e não ouve os gritos e brigas.
Maaas, enquanto não chego na fase dela, fico me contendo para não matar o primeiro idiota que vier zuar minha maldita TPM.

Pauta do TDB: TPM

terça-feira, 17 de março de 2009

"nem tudo que brilha tem valor, nem tudo que é bonito é amor."
desilusões só acontecem se você finalmente tiver se livrado de uma ilusão.
mas não tenho tempo para falar sobre isso.
não tenho vontade de me iludir que sei do assunto.

terça-feira, 10 de março de 2009

"Tudo que é proibido é mais gostoso", será ? Concordo que a sensação de participar de algo secreto é instigante e muito divertida no início, mas com o tempo chega a ser ruim não poder gritar pra todo mundo ouvir que aquela garota super meiga é sua amiga ou pra tirarem o olho do bonitão porque ele é seu.
Relacionamentos não-assumidos sempre existiram e, desde Romeu e Julieta até hoje, nunca foi fácil ir contra o princípio de alguém e fazer sua relação dar certo. Motivos pra esconder o namoro ou a amizade não faltam: vergonha de comentários, incerteza quanto à qualidade da relação, não gostar de exposição, proibição dos pais e outros. Mas quantos outros motivos não se tem para assumir ?
Eu não conseguiria aguentar uma amizade ou um namoro escondido por muito tempo. Tenho necessidade de abraços a qualquer momento e de conversas infindáveis. Isso sem contar o ciúmes que bateria se viesse alguma garota dar em cima do meu namorado e como seria difícil me conter pra não chegar lá e desbancar a criatura.
Mas se tem uma coisa que eu apóio com certeza, é se relacionar. Tanto "às claras" quanto escondido tem seus problemas e cabe a cada um descobrir se consegue lidar com o que lhe cabe.

Pauta do TDB: Relações não-assumidas

sábado, 7 de março de 2009

passar horas sorrindo para o nada, sonhar com um sorriso, tremer ao tocar certos lábios, ficar sem palavras ao ver a pessoa se aproximando, sentir o coração bater mais forte à mínima menção de seu nome, não saber o que fazer quando sobe a janelinha do msn, não querer falar em outra coisa, contar as horas pra qualquer coisa que envolva um contato mesmo que virtual...
alguem reconhece esse sintomas ? alguns dizem que é a doença amor.
quem dera fosse contagiosa pra não precisar mais amar sozinha.
quem dera contagiasse a pessoa certa...

quarta-feira, 4 de março de 2009

acho que ontem foi a primeira vez da minha vida que eu relaxei sozinha.
mesmo com tantas pessoas à volta. pelo menos eu não conhecia ninguém e não estava em casa.
com tantas coisas na cabeça e só o que tinha pela frente era caminho.
andei, andei, andei e não cansei, apesar das dores nos tornozelos. andaria mais se não fosse isso e o caso de ter que ir pra casa.
aproveitei até pra me mimar com um pouco de sorvete e uma leitura rápida na sorveteria aqui de perto.
foi quando eu percebi uma coisa estranha que nunca tinha parado pra pensar.
aquele sorvete delicioso de chocolate com avelã tinha um gosto azul e o de menta me dava a mesma sensação, mas da cor cinza.
eu não entendi o porquê de perceber isso naquela hora, mas foi uma coisa tão verdadeira e que mexeu tanto com meus sentidos que procurei lembrar de algum outro momento parecido com esse...
nada.
é como se eu nunca tivesse saboreado nada com tanta vontade, sem nenhum pré-conceito ou tão despreocupadamente.
quase me senti no filme ratatouille agora (:'
mas o caso é pensar que, às vezes, estamos tão preocupados em apenas nos alimentar ou chegar logo em casa, ou qualquer outra ocasião cotidiana, que não apreciamos as coisas simples que nos saltam aos olhos, ouvidos, nariz, pele e paladar (sem contar os outros infinitos sentidos que todos temos, principalmente as mulheres!)
a dica hoje é aquela velha de aproveitar bem a vida.
ah ! eu te desafio a decifrar a cor do gosto daquela sua comida favorita... ;)