Às vezes abro a página de postagem e fico olhando para o espaço em branco por minutos, tentando pensar em alguma forma de expressar tudo que passa na minha cabeça. Quando lembro que, de um jeito ou de outro, só usarei palavras, desanimo... Por mais que nessa minha língua brasileira existam palavras descritivas sensacionais (como "saudade"), ainda sinto-me... reprimida ? incompleta ?
Não vou subestimar o poder das palavras, mas por muitas vezes elas não me bastam; e isso faz falta, pois é unicamente por meio delas que gosto de externalizar meus pensamentos, extravazar os sentimentos e debater quaisquer assuntos.
Minha maior frustração diária é querer falar alguma coisa e não saber ou lembrar a palavra certa que contenha todo o significado do que eu quero dizer. Sem contar que, por culpa do meu perfeccionismo, muitas vezes uma só palavra não basta e uso tantas mais que me enrolo e acabo não dizendo o que queria do jeito que gostaria.
ps; E depois de escrever esse texto todo, tentei pensar em algum título (é, estou mudando o jeito do blog aos poucos; um dia será o layout!) mas, na impossibilidade de achar a palavra certa, escolhi uma hashtag (do twitter) que melhor representa a situação. hehe
:*
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Vocês (nem) são tão parecidas!
Quando eu apresento minha irmã pra outras pessoas quase ninguém diz que somos parecidas e alguns ainda ficam chocados quando contamos que somos gêmeas, mesmo dizendo que não-idênticas - não temos nada em comum: desde a cor e tipo de cabelo (o meu ondulado e claro, o dela liso e escuro) até o estilo de roupa, juro! Mesmo assim, é muito bom ter uma irmã da mesma idade: curtimos quase as mesmas coisas, vivemos saindo juntas, rola um bom companheirismo e, claro, podemos dividir roupas, ideias, amigos e nos ajudar em matérias que a outra entende melhor; isso facilita bastante! Ah, apesar daquela tal ligação mais forte de gêmeas, nós não sentimos o que a outra sente quando estamos separadas mas às vezes até acontece de pensarmos as mesmas coisas e falarmos juntas (é, já deu até pra acostumar com perguntas assim porque é a curiosidade de muita gente). Mas, em resumo, é quase como morar com a melhor amiga (com algumas exceções, hehe)
Pauta do TDB: Irmã gêmea
Pauta do TDB: Irmã gêmea
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
"Margareth, insistente mas preguiçosa,
sentou-se no meio do caminho e de lá gritou seu revide."
(Bruna Lunardi)
Me entristecem pessoas que não tem motivo algum para fazê-lo mas, mesmo assim, roubam.
Em um colégio consideravelmente caro, com alunos que provavelmente foram muito bem educados em casa e coordenadores bem treinados para ajudar, fiquei pasma ao abrir minha carteira (que deixei em sala durante o intervalo) e constatar a falta de uma quantia alta de dinheiro. Procurei em todos os lugares e, com a garantia de que não estava lá, fui à coordenadora pedagógica reclamar da falta de segurança absurda! Sem muito esforço aparente, ficou a promessa de passar a informação pra diretoria e dar um jeito de achar a pessoa culpada - mas minha carteira continuou zerada.
Agora já não há mais o que fazer para cobrir o prejuízo e não está ao meu alcance descobrir o(a) culpado(a), mas propus aos meus colegas fazer uma manifestação contra a falta de credibilidade na segurança. Não sou como Margareth, fiz o que pude pelo que acho certo e justo, e creio que todos devem fazer o mesmo de acordo com seus casos, pois nada mudará se nada fizermos.
"Ponho minha mão sobre a sua
para fazermos juntos
aquilo que não consigo
fazer sozinho."
para fazermos juntos
aquilo que não consigo
fazer sozinho."
:*
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
A inveja é algo mal e ruim mas eu acredito que existem dois tipos de inveja: uma que quer destruir a outra pessoa para se sobressair e outra que apenas adimira e se inspira no outro para tentar um dia ser como o tal é.
Chamo a 'boa' inveja de inveja branca (por falta de palavras no meu vago vocabulário); vivo com ela. Não me causa mal, arrependimento ou preocupações e sinto prazer de comunicá-la aos meus alvos de inveja - muitas pessoas até ficam lisonjeadas.
No caso de hoje, eu estava conversando com uma colega blogueira do TDB (Tudo de Blog - Capricho) e ela me mandou o blog dela. Fiquei encantada pelos textos de cara e quis muito divulgar, então resolvi postar o link aqui ao invés de simplesmente pegar trechos e dar os devidos créditos.
É a lolita: http://www.aquelalolita.com.br
Espero que gostem tanto quanto eu.
:*
Chamo a 'boa' inveja de inveja branca (por falta de palavras no meu vago vocabulário); vivo com ela. Não me causa mal, arrependimento ou preocupações e sinto prazer de comunicá-la aos meus alvos de inveja - muitas pessoas até ficam lisonjeadas.
No caso de hoje, eu estava conversando com uma colega blogueira do TDB (Tudo de Blog - Capricho) e ela me mandou o blog dela. Fiquei encantada pelos textos de cara e quis muito divulgar, então resolvi postar o link aqui ao invés de simplesmente pegar trechos e dar os devidos créditos.
É a lolita: http://www.aquelalolita.com.br
Espero que gostem tanto quanto eu.
:*
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Meses nas trevas, jogados no escuro, no meio da minha memória.
Eu não consigo me lembrar daquelas noites, eu não consigo me lembrar daquelas tardes, eu não consigo me lembrar daquelas manhãs. As únicas coisas de que me lembro são flashes difusos de momentos em que larguei meu corpo e minha vida no automático e não me importei com mais nada.
Não trago marcas físicas mas por dentro as cicatrizes são enormes e escondidas. Talvez só para eu saber que, em algum lugar do passado, não vivi. Porque eu não me lembro daquela época, mas tenho duas certezas que me dão uma base horrível...
Eu não posso dizer se chorei todos os dias e não posso garantir que sorri em algum momento, mas me condeno culpada de pensar, pelo menos por um instante, que minha vida era inútil e que todos estariam melhor sem mim.
Foi o altruísmo mais perigoso e mais insano da minha vida; não tive a estupidez de me permitir um pensamento desses de novo. Ao invés, aprendi a apenas chorar e pensar que eu ainda tenho muito tempo pela frente - se Deus quiser - e que tudo só tende a melhorar, pois, quando caímos, do chão não passamos.
Essa é a força que me move nos momentos de crise, de todos os tipos, e não me deixa parar de viver.
Depois daquela época, eu criei medo da escuridão. Nunca... nunca mais quero voltar para ela.
Eu não consigo me lembrar daquelas noites, eu não consigo me lembrar daquelas tardes, eu não consigo me lembrar daquelas manhãs. As únicas coisas de que me lembro são flashes difusos de momentos em que larguei meu corpo e minha vida no automático e não me importei com mais nada.
Não trago marcas físicas mas por dentro as cicatrizes são enormes e escondidas. Talvez só para eu saber que, em algum lugar do passado, não vivi. Porque eu não me lembro daquela época, mas tenho duas certezas que me dão uma base horrível...
Eu não posso dizer se chorei todos os dias e não posso garantir que sorri em algum momento, mas me condeno culpada de pensar, pelo menos por um instante, que minha vida era inútil e que todos estariam melhor sem mim.
Foi o altruísmo mais perigoso e mais insano da minha vida; não tive a estupidez de me permitir um pensamento desses de novo. Ao invés, aprendi a apenas chorar e pensar que eu ainda tenho muito tempo pela frente - se Deus quiser - e que tudo só tende a melhorar, pois, quando caímos, do chão não passamos.
Essa é a força que me move nos momentos de crise, de todos os tipos, e não me deixa parar de viver.
Depois daquela época, eu criei medo da escuridão. Nunca... nunca mais quero voltar para ela.
domingo, 4 de outubro de 2009
certo... a chuva está aí, mas cadê o frio ?
dessa vez ela não trouxe o que eu pedi e ainda conseguiu estragar minha tarde.
pra ser bem sincera, eu não gosto de passar a tarde toda no computador se eu bem poderia estar fazendo alguma outra coisa, que não envolvesse tecnologia de preferencia, com meus amigos.
certo, agora parou de chover. mas mesmo assim vou ficar trancada em casa pelo resto da tarde. eu não consigo entender porque isso me deixa tão triste, mas deixa.
e, eu juro, queria muito que fosse reconfortante saber que terão outros finais de semana, mas não dá.
[...]
ufa. passou aquele sentimento ruim.
ser imediatista às vezes tem seus problemas :s
dessa vez ela não trouxe o que eu pedi e ainda conseguiu estragar minha tarde.
pra ser bem sincera, eu não gosto de passar a tarde toda no computador se eu bem poderia estar fazendo alguma outra coisa, que não envolvesse tecnologia de preferencia, com meus amigos.
certo, agora parou de chover. mas mesmo assim vou ficar trancada em casa pelo resto da tarde. eu não consigo entender porque isso me deixa tão triste, mas deixa.
e, eu juro, queria muito que fosse reconfortante saber que terão outros finais de semana, mas não dá.
[...]
ufa. passou aquele sentimento ruim.
ser imediatista às vezes tem seus problemas :s
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
o momento sagrado do dia hoje foi quando senti bater no meu rosto um ventinho gelado e suave.
a felicidade foi imensa e me deliciei ao máximo.
mas a desilusão veio forte quando voltei à realidade e percebi que não passava de um momento em frente à geladeira com a porta do freezer aberta.
tristeza... esse ano foi só verão! será que ano que vem será só inverno ?
a felicidade foi imensa e me deliciei ao máximo.
mas a desilusão veio forte quando voltei à realidade e percebi que não passava de um momento em frente à geladeira com a porta do freezer aberta.
tristeza... esse ano foi só verão! será que ano que vem será só inverno ?
domingo, 20 de setembro de 2009
"Noite alta, um bêbado passa cantando e atrapalha meu sofrimento. É um cantar calmo e isolado, que não distingue palavras e nem sentimentos, mas entorpece com a suavidade embriagada da voz de um alguém desconhecido que provavelmente também desconhece a todos.
Com esforço, levanto da minha cama e desligo o pequeno rádio que estava tocando uma música triste qualquer. Estranhamente, no momento o bêbado parece mais afinado que qualquer tenor mundo afora e sua melodia, mistura de tudo que nunca ouvi, parece traduzir minha alma.
O quarto escuro está apenas iluminado pela lua minguante, pois não há postes na rua e, com a meia luz prejudicando minha visão, vago pelo quarto batendo os pés em móveis, roupas e sapatos sem ligar realmente para eles; meu objetivo é a janela e eu vou chegar lá.
Torcendo para poder avistar o meu embriagado cantor, me debruço no parapeito, procurando febrilmente pela longa avenida.
Meus ouvidos ouvem a melodia perfeitamente mas meus olhos mal enxergam o encurvado personagem no meio da rua, pouco adiante da minha sacada e de costas para mim que, iluminado pelo luar, estende uma flor branca para o céu, numa homenagem clara ao satélite mais belo da Terra.
Infelizmente, durante o breve momento em que olhei para nossa única fonte de luz, o desconhecido finalizou sua serenata e saiu trôpego pela rua, deixando a flor caída no chão. O cantor da minha alma estava indo embora com ela, e o vazio que me rondava antes agora me invadiu por inteiro.
Observo amedrontada enquanto ele segue até um certo ponto da avenida e entra em um beco que eu sei que não tem saída: lá é o fim. Com um suspiro, fecho os olhos. Então... morrer é assim ?"
bru lunardi - conto fantástico pra aula de redação.
domingo, 13 de setembro de 2009
Calor.
Intenso, repetitivo e mórbido calor.
qualquer lugar parece (e está) abafado e nem uma leve e raríssima brisa melhora a situação - já que a mesma apenas transporta o ar de um lugar para o outro mas não consegue alterar sua absurda temperatura.
Depois de uma semana com chuvas deliciosas lavando a alma dessa cidade, um dia inteiro com o sol soberano regendo todo nosso dia e trazendo consequências até de noite, dá uma sensação claustrofóbica e nauseante. A incapacidade de me livrar dele mesmo estando a um metro do ventilador é frustrante.
Calor é uma coisa apropriada para cidades litorâneas ou próximas à cachoeiras, riachos ou outras fontes de água naturalmente frias; não para o meio do Centro-oeste brasileiro. Aqui não há pra onde correr: em todo lugar faz calor e piscinas são raras nas casas.
Onde está o frio que nos prometem todo ano ? Esperei durante junho, julho e agosto inteiros e praticamente nada. Se não puder ser frio, pelo menos chuva, vento, umidade! O cerrado pode viver dessa secura e calor, mas eu não vivo. Bom... pelo menos eu ainda posso reclamar.
;*
Intenso, repetitivo e mórbido calor.
qualquer lugar parece (e está) abafado e nem uma leve e raríssima brisa melhora a situação - já que a mesma apenas transporta o ar de um lugar para o outro mas não consegue alterar sua absurda temperatura.
Depois de uma semana com chuvas deliciosas lavando a alma dessa cidade, um dia inteiro com o sol soberano regendo todo nosso dia e trazendo consequências até de noite, dá uma sensação claustrofóbica e nauseante. A incapacidade de me livrar dele mesmo estando a um metro do ventilador é frustrante.
Calor é uma coisa apropriada para cidades litorâneas ou próximas à cachoeiras, riachos ou outras fontes de água naturalmente frias; não para o meio do Centro-oeste brasileiro. Aqui não há pra onde correr: em todo lugar faz calor e piscinas são raras nas casas.
Onde está o frio que nos prometem todo ano ? Esperei durante junho, julho e agosto inteiros e praticamente nada. Se não puder ser frio, pelo menos chuva, vento, umidade! O cerrado pode viver dessa secura e calor, mas eu não vivo. Bom... pelo menos eu ainda posso reclamar.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
sabe, eu acho que tenho algum distúrbio de atenção...
não consigo me ater (nem parcialmente) a nenhuma ação se faço várias simultaneamente.
já faz duas horas que a janela de postagem está aberta mas vou dar uma olhada em outra coisa e perco a linha de raciocínio que tava desenvolvendo.
sem contar que meu teclado não colabora pra prender minha atenção na tarefa de escrever aqui e o único assunto que me sobrou tá tão difícil de ir pra frente quanto qualquer outro.
vou dar uma trégua por hoje. vou começar a usar o papel e depois passar pra cá.
;*
não consigo me ater (nem parcialmente) a nenhuma ação se faço várias simultaneamente.
já faz duas horas que a janela de postagem está aberta mas vou dar uma olhada em outra coisa e perco a linha de raciocínio que tava desenvolvendo.
sem contar que meu teclado não colabora pra prender minha atenção na tarefa de escrever aqui e o único assunto que me sobrou tá tão difícil de ir pra frente quanto qualquer outro.
vou dar uma trégua por hoje. vou começar a usar o papel e depois passar pra cá.
;*
terça-feira, 25 de agosto de 2009
aqui perto de casa tem uma sorveteria (la bella). desde a época que o nome era gula gelada eu, minha mãe e minha irmã adorávamos ir lá pra sentar nas mesinhas externas enquanto tomávamos sorvete olhando pro horizonte reto desse cerrado. incrivelmente a visão daquele grande gramado entre dois prédios (a apenas duas ruas de distância) nos lembrava praia: o céu bem azul no fim da tarde jutamente com a brisa fresca que vinha initerrupta e a visão do horizonte até onde a terra começa a se curvar demais.
lindo, simplesmente; nosso pedaço de litoral no meio do centro-oeste.
infelizmente, a praia se foi... a sorveteria continua lá e os dois prédios e o céu azul também. mas o horizonte não é mais visível.
a grama verde foi cercada: uma parede fina de alumínio nos impede de atravessar o campo ou ver do outro lado. o material prateado impede a imagem do mar esverdeado se formar em nossas mentes.
em breve as placas que servem de cerca serão retiradas, o prédio estará pronto e não terei mais vontade de ir à la bella; meu mar foi embora. meu precioso azul-esverdeado foi tampado por blocos de concreto e massa, apoiados uns nos outros para formarem andares.
...
será que o alguém que futuramente comprar um apartamento com varanda pro horizonte vai, algum dia, desfrutar da visão que tanto me agradava ? será que vai colocar sorvete numa tacinha, sentar na varanda e pensar que a terra à frente parece um mar ?
ah, doce esperança de que ainda exista coração mole e mente fértil nesse mundo futuro onde casas serão raras e apartamentos terão vista pra varanda do outro.
;*
lindo, simplesmente; nosso pedaço de litoral no meio do centro-oeste.
infelizmente, a praia se foi... a sorveteria continua lá e os dois prédios e o céu azul também. mas o horizonte não é mais visível.
a grama verde foi cercada: uma parede fina de alumínio nos impede de atravessar o campo ou ver do outro lado. o material prateado impede a imagem do mar esverdeado se formar em nossas mentes.
em breve as placas que servem de cerca serão retiradas, o prédio estará pronto e não terei mais vontade de ir à la bella; meu mar foi embora. meu precioso azul-esverdeado foi tampado por blocos de concreto e massa, apoiados uns nos outros para formarem andares.
...
será que o alguém que futuramente comprar um apartamento com varanda pro horizonte vai, algum dia, desfrutar da visão que tanto me agradava ? será que vai colocar sorvete numa tacinha, sentar na varanda e pensar que a terra à frente parece um mar ?
ah, doce esperança de que ainda exista coração mole e mente fértil nesse mundo futuro onde casas serão raras e apartamentos terão vista pra varanda do outro.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Foras não costumam ser divertidos e às vezes o que era pra ser um fim vira uma novela. Mas alguns são tão ilógicos que você leva a dúvida para a vida.
No meu caso foi um namoro de 8 longos meses de amor e companheirismo. Não consigo lembrar de uma briga sequer e, por motivo de horário(ele estudava de manhã e eu à tarde), nos falávamos por telefone praticamente todas as noites. Tudo corria bem e um certo sábado resolvemos ir ao shopping passear. Eu estava nas nuvens quando voltei pra casa - como sempre que o via - e estranhei que ele me ligasse meia hora depois. Tudo bem, atendi. O que se seguiu foi quase um pedido formal de término. Causa ? Ele não gostava mais de mim como antes, desmentindo um "eu te amo" dito mais cedo. Claro que fiquei abalada e perguntei porque não tinha falado durante as 4 horas que passamos juntos durante a tarde. Resposta ? Não teve coragem.
Depois dessa até desencanei: um garoto louco e covarde ? Com certeza estaria melhor sem ele.
Pauta do TDB: Foras sem noção.
No meu caso foi um namoro de 8 longos meses de amor e companheirismo. Não consigo lembrar de uma briga sequer e, por motivo de horário(ele estudava de manhã e eu à tarde), nos falávamos por telefone praticamente todas as noites. Tudo corria bem e um certo sábado resolvemos ir ao shopping passear. Eu estava nas nuvens quando voltei pra casa - como sempre que o via - e estranhei que ele me ligasse meia hora depois. Tudo bem, atendi. O que se seguiu foi quase um pedido formal de término. Causa ? Ele não gostava mais de mim como antes, desmentindo um "eu te amo" dito mais cedo. Claro que fiquei abalada e perguntei porque não tinha falado durante as 4 horas que passamos juntos durante a tarde. Resposta ? Não teve coragem.
Depois dessa até desencanei: um garoto louco e covarde ? Com certeza estaria melhor sem ele.
Pauta do TDB: Foras sem noção.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
"voar voar, subir subir, ir por onde for..." -q
aah, se o bom humor não é uma dádiva!
acordar sorrindo e com vontade de distribuir "bom dia" para quem passar na frente não é comum, por isso nada melhor do que levantar da cama com o pé direito e desejar, primeiramente, um bom dia pra si mesmo. aposto que ele pode ser ótimo !
o meu, por exemplo, foi muito bom. acho que minha felicidade era tanta que até influenciou o meu cabelo (nada de bad hair day, uhul!), não parei de cantar musiquinhas velhas e repetitivas a tarde inteira e minhas piadinhas irônicas fizeram sucesso.
mas o bom humor não precisa vir necessariamente após uma noite de sono; ele pode ser obtido durante o dia, é claro.
a felicidade deixa a manhã mais clara, a comida mais gostosa e os olhos mais verdadeiros. o dia fica muito mais bonito com sorrisos e, além de serem mais contagiantes que bocejos, são de graça!
então, não se deixe abalar por qualquer mal humor alheio! se você está feliz, é isso que importa!
brinque, dance, pague micos e ria depois, abrace muito, conte piadas, ouça histórias.
procure o lado bom da sua vida - tenho certeza absoluta que ele existe - e curta !
a cada dia que passa eu me convenço mais de que, de todas as besteiras diárias, a maior delas é passar de cara fechada o momento que se poderia estar sorrindo.
vamos, vamos! movimente seus 14 músculos e mostre-me o seu sorriso.
que isso seja um grande viva às rugas de expressão! :D
;*
aah, se o bom humor não é uma dádiva!
acordar sorrindo e com vontade de distribuir "bom dia" para quem passar na frente não é comum, por isso nada melhor do que levantar da cama com o pé direito e desejar, primeiramente, um bom dia pra si mesmo. aposto que ele pode ser ótimo !
o meu, por exemplo, foi muito bom. acho que minha felicidade era tanta que até influenciou o meu cabelo (nada de bad hair day, uhul!), não parei de cantar musiquinhas velhas e repetitivas a tarde inteira e minhas piadinhas irônicas fizeram sucesso.
mas o bom humor não precisa vir necessariamente após uma noite de sono; ele pode ser obtido durante o dia, é claro.
a felicidade deixa a manhã mais clara, a comida mais gostosa e os olhos mais verdadeiros. o dia fica muito mais bonito com sorrisos e, além de serem mais contagiantes que bocejos, são de graça!
então, não se deixe abalar por qualquer mal humor alheio! se você está feliz, é isso que importa!
brinque, dance, pague micos e ria depois, abrace muito, conte piadas, ouça histórias.
procure o lado bom da sua vida - tenho certeza absoluta que ele existe - e curta !
a cada dia que passa eu me convenço mais de que, de todas as besteiras diárias, a maior delas é passar de cara fechada o momento que se poderia estar sorrindo.
vamos, vamos! movimente seus 14 músculos e mostre-me o seu sorriso.
que isso seja um grande viva às rugas de expressão! :D
;*
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
I'm back
escrever...apagar. escrever...apagar. escrever... acrescentar algumas linhas com esperança e...apagar, ficar frustrada e fechar a janela.
há exatos 1 ano e 5 meses atrás eu nem imaginava o futuro do meu querido r.r. e achava que seria um bom lugar pra desabafar, escrever quando desse vontade e , assim, manter em escancarado segredo mais uma parte da minha vida: bem ali, exposta pra quem se interessasse a ver.
não lembro ao certo o que me fazia entrar no computador e acessar logo de cara o blog, mas lembro que sempre apertava o botão de "Publicar Postagem" com um certo alívio e apreensão; a incerteza de querer ser lida e comentada e o receio de não gostarem, caso lessem.
com o tempo, fui me acostumando à escrever quase diariamente sobre o tudo, o nada e o que tem entre o dois, e me dando conta de que não precisava ser lida... só precisava colocar pra fora.
por vários meses foi assim: eu vinha, escrevia o que desse na cabeça, saía aliviada e, vez ou outra, contava com um comentário de uma grande amiga minha. confesso, eu estava satisfeita.
mas num surto de ousadia, me inscrevi em uma seleção de blogueiras e (totalmente contrária às minhas expectativas) passei.
a alegria foi imensa, claro, como já publicado aqui mesmo; a constatação de que alguém realmente gostara do que eu escrevi e acreditou que mais pessoas gostariam foi completamente novo para mim. o reconhecimento da minha capacidade, um mundo novo em que eu entrava por mérito próprio. inimaginavelmente bom.
mas então... mudou. eu mudei.
não saber como falar sobre o assunto que me pediam me frustrava e sugava a vontade de escrever o que fosse. e quando somava ao fato de que agora outras pessoas liam meus textos, não sabia o que seria interessante e o receio que surgiu lá na criação do meu espaço, voltou forte.
então hoje eu parei; há quase 1 mês não escrevo por vontade, apesar de várias vezes encarar por minutos a fio o espaço branco de postagem antes de desistir.
a minha visão relativa me pede espaço; não vou mais negar-lhe palavras se ela quiser se expressar.
realidade, estou de volta !
;*
há exatos 1 ano e 5 meses atrás eu nem imaginava o futuro do meu querido r.r. e achava que seria um bom lugar pra desabafar, escrever quando desse vontade e , assim, manter em escancarado segredo mais uma parte da minha vida: bem ali, exposta pra quem se interessasse a ver.
não lembro ao certo o que me fazia entrar no computador e acessar logo de cara o blog, mas lembro que sempre apertava o botão de "Publicar Postagem" com um certo alívio e apreensão; a incerteza de querer ser lida e comentada e o receio de não gostarem, caso lessem.
com o tempo, fui me acostumando à escrever quase diariamente sobre o tudo, o nada e o que tem entre o dois, e me dando conta de que não precisava ser lida... só precisava colocar pra fora.
por vários meses foi assim: eu vinha, escrevia o que desse na cabeça, saía aliviada e, vez ou outra, contava com um comentário de uma grande amiga minha. confesso, eu estava satisfeita.
mas num surto de ousadia, me inscrevi em uma seleção de blogueiras e (totalmente contrária às minhas expectativas) passei.
a alegria foi imensa, claro, como já publicado aqui mesmo; a constatação de que alguém realmente gostara do que eu escrevi e acreditou que mais pessoas gostariam foi completamente novo para mim. o reconhecimento da minha capacidade, um mundo novo em que eu entrava por mérito próprio. inimaginavelmente bom.
mas então... mudou. eu mudei.
não saber como falar sobre o assunto que me pediam me frustrava e sugava a vontade de escrever o que fosse. e quando somava ao fato de que agora outras pessoas liam meus textos, não sabia o que seria interessante e o receio que surgiu lá na criação do meu espaço, voltou forte.
então hoje eu parei; há quase 1 mês não escrevo por vontade, apesar de várias vezes encarar por minutos a fio o espaço branco de postagem antes de desistir.
a minha visão relativa me pede espaço; não vou mais negar-lhe palavras se ela quiser se expressar.
realidade, estou de volta !
;*
segunda-feira, 27 de julho de 2009
outro dia eu estava à toa (não me lembro onde) e escutei uma frase assim:
"um corajoso é só uma pessoa que sabe esconder bem o seu medo".
curioso, né ? porque se pararmos para pensar, é isso mesmo, já que todo mundo sente medo, tem receios.
e não adianta dizer que não; é claro que já teve algum dia.
medo de sombras, do escuro, de espelho e de palhaços. receio de a mãe descobrir, de não passar de ano, de levar um fora.
o medo é inerente ao ser humano.
faz parte de nós temer o que não conhecemos e evitar enfrentar situações que nos deixam desconfortáveis e/ou tiram nossa confiança, claro.
é totalmente compreensível manter uma luz acesa no final do corredor ou colocar grades nas janelas da casa. mas deixa de ser racional quando nossos medos começam a interferir na nossa vida.
é aí que entra a coragem; a briga com o medo pra ver o que vale mais: a vida normal ou a restritamente controlada e rotineira.
meu conselho é: seja corajoso(a)! vale muito a pena.
mesmo que ache fácil falar e difícil fazer... lembre que é essencial.
inclusive, tem uma uma música da Julieta Venegas em parceria com o Lenine que se chama 'miedo' que diz: "o medo é como um laço que se aperta em nós".
será ? talvez...
e você, o que acha ? quais seus medos ?
;*
ps; a fic que eu tinha começado aqui continua no blog de ficções (que só mudou de nome; agora é: http://passeiosameia-noite.blogspot.com/ ) e tem um capítulo novo! pra quem acompanha, espero que goste. (:
"um corajoso é só uma pessoa que sabe esconder bem o seu medo".
curioso, né ? porque se pararmos para pensar, é isso mesmo, já que todo mundo sente medo, tem receios.
e não adianta dizer que não; é claro que já teve algum dia.
medo de sombras, do escuro, de espelho e de palhaços. receio de a mãe descobrir, de não passar de ano, de levar um fora.
o medo é inerente ao ser humano.
faz parte de nós temer o que não conhecemos e evitar enfrentar situações que nos deixam desconfortáveis e/ou tiram nossa confiança, claro.
é totalmente compreensível manter uma luz acesa no final do corredor ou colocar grades nas janelas da casa. mas deixa de ser racional quando nossos medos começam a interferir na nossa vida.
é aí que entra a coragem; a briga com o medo pra ver o que vale mais: a vida normal ou a restritamente controlada e rotineira.
meu conselho é: seja corajoso(a)! vale muito a pena.
mesmo que ache fácil falar e difícil fazer... lembre que é essencial.
inclusive, tem uma uma música da Julieta Venegas em parceria com o Lenine que se chama 'miedo' que diz: "o medo é como um laço que se aperta em nós".
será ? talvez...
e você, o que acha ? quais seus medos ?
;*
ps; a fic que eu tinha começado aqui continua no blog de ficções (que só mudou de nome; agora é: http://passeiosameia-noite.blogspot.com/ ) e tem um capítulo novo! pra quem acompanha, espero que goste. (:
sábado, 18 de julho de 2009
acorde pela manhã, olhe-se rapidamente no espelho. pense que só precisa lavar o rosto e vá.
volte à tarde apressada, procure por alguma roupa que você se sinta confortável e vista. analise seu reflexo no espelho rapidamente e aceite que não poderá fazer milagres pela sua aparência em tão pouco tempo.
saia. e tente não parar na frente de cada coisa que reflita sua imagem - ela não pode ter mudado tanto assim nos últimos 20 segundos.
quando voltar para casa e resolver se analisar demoradamente, como não teve a chance de fazer mais cedo, não procure defeitos e problemas em si mesma.
se não conseguir evitar, me procure. aposto que teremos muito a discutir.
~
tem dias que nada muda nosso humor. seja ele bom, seja ruim.
volte à tarde apressada, procure por alguma roupa que você se sinta confortável e vista. analise seu reflexo no espelho rapidamente e aceite que não poderá fazer milagres pela sua aparência em tão pouco tempo.
saia. e tente não parar na frente de cada coisa que reflita sua imagem - ela não pode ter mudado tanto assim nos últimos 20 segundos.
quando voltar para casa e resolver se analisar demoradamente, como não teve a chance de fazer mais cedo, não procure defeitos e problemas em si mesma.
se não conseguir evitar, me procure. aposto que teremos muito a discutir.
~
tem dias que nada muda nosso humor. seja ele bom, seja ruim.
sábado, 11 de julho de 2009
minhas férias começaram na quarta-feira, dia 1º, o que me dá 10 dias e meio (contando com hoje) sem aula. desde então fiz várias coisas, fui a muitos lugares, conversei com várias pessoas sobre os mais variados assuntos e passei horas observando e participando do mundo em que vivo.
todos os dias tenho alguma coisa para comentar e tenho vontade de fazê-lo mas... sabe aquele maldito bloqueio criativo ?
pois então... meus blogs estão parados tem mais de semana e o de fic não vê atualização há um mês já.
claro que me sinto péssima, ainda mais quando abro a página de postagem e fico horas olhando pra um espaço em branco que, supostamente, deveria estar recheado de letras, mas não posso simplesmente largar o realidade relativa.
e é isso. gostaria de pedir desculpas a quem vem aqui mas não sei quando será a próxima vez que voltarei. logo eu que imaginava uma postagem nova por dia por serem dias livres... tsc tsc.
prometo que da próxima vez tentarei fazer um texto melhor também!
;*
todos os dias tenho alguma coisa para comentar e tenho vontade de fazê-lo mas... sabe aquele maldito bloqueio criativo ?
pois então... meus blogs estão parados tem mais de semana e o de fic não vê atualização há um mês já.
claro que me sinto péssima, ainda mais quando abro a página de postagem e fico horas olhando pra um espaço em branco que, supostamente, deveria estar recheado de letras, mas não posso simplesmente largar o realidade relativa.
e é isso. gostaria de pedir desculpas a quem vem aqui mas não sei quando será a próxima vez que voltarei. logo eu que imaginava uma postagem nova por dia por serem dias livres... tsc tsc.
prometo que da próxima vez tentarei fazer um texto melhor também!
;*
segunda-feira, 29 de junho de 2009
"em um discurso inflamado, o cérebro diz:
desculpem, olhos, mas eu acredito...que essas flores são de mentira; que não existe nada de mais na foto à frente; que aquele sorriso não é pra vocês.
desculpem, ouvidos, mas eu não entendo...como podem gostar dessa voz rouca; como essa música faz algum sentido para vocês; como buscam, entre tantas palavras soltas, um nome em especial.
desculpe, boca, mas eu não posso permitir...que fales nem mais uma palavra sobre esse assunto; que sorrias para o nada recordando aquela tarde; que procures em outros beijos aquele único que a satisfez.
desculpe, pele, mas eu controlarei...arrepios motivados pelo toque de mãos frias; impulsos involuntários de abraços ou carícias desnecessários; quaisquer indícios de desejo de aproximação.
desculpe, coração, mas eu tenho plena certeza...de que todas essas desculpas são falsas; de que é apenas mais uma mentira; de que você perde seu tempo tendo esperanças.
balançando a cabeça o tempo todo, o coração declara baixinho ao final:
ah, minha querida razão, bem sei como sofrestes tanto ou mais do que todos nós... mas continuas a mentir péssimamente. "
bru lunardi.
é tão ruim ver o tempo passando em frente aos olhos e não poder fazer nada, não poder segurá-lo entre as mãos e obrigá-lo a parar um pouco.
já faz duas semanas que eu não venho aqui e me sinto péssima por isso. prometo que, com as férias chegando, postarei mais ! inclusive textos pro TDB, que não faço há séculos também...
esse texto aí em cima foi uma coisa que escrevi tem um tempo já, mas que achei meio ruim pro momento e ficou esquecido... opiniões, como sempre, são muito bem-vindas ! :D
ah ! quero agradecer também a todos que comentaram; finalmente o número de comentários superou o de postagens :')
enfim... mais 4 dias e estarei livre por um mês. ai, que sonho.
até breve, pessoinhas.
;*
desculpem, olhos, mas eu acredito...que essas flores são de mentira; que não existe nada de mais na foto à frente; que aquele sorriso não é pra vocês.
desculpem, ouvidos, mas eu não entendo...como podem gostar dessa voz rouca; como essa música faz algum sentido para vocês; como buscam, entre tantas palavras soltas, um nome em especial.
desculpe, boca, mas eu não posso permitir...que fales nem mais uma palavra sobre esse assunto; que sorrias para o nada recordando aquela tarde; que procures em outros beijos aquele único que a satisfez.
desculpe, pele, mas eu controlarei...arrepios motivados pelo toque de mãos frias; impulsos involuntários de abraços ou carícias desnecessários; quaisquer indícios de desejo de aproximação.
desculpe, coração, mas eu tenho plena certeza...de que todas essas desculpas são falsas; de que é apenas mais uma mentira; de que você perde seu tempo tendo esperanças.
balançando a cabeça o tempo todo, o coração declara baixinho ao final:
ah, minha querida razão, bem sei como sofrestes tanto ou mais do que todos nós... mas continuas a mentir péssimamente. "
bru lunardi.
é tão ruim ver o tempo passando em frente aos olhos e não poder fazer nada, não poder segurá-lo entre as mãos e obrigá-lo a parar um pouco.
já faz duas semanas que eu não venho aqui e me sinto péssima por isso. prometo que, com as férias chegando, postarei mais ! inclusive textos pro TDB, que não faço há séculos também...
esse texto aí em cima foi uma coisa que escrevi tem um tempo já, mas que achei meio ruim pro momento e ficou esquecido... opiniões, como sempre, são muito bem-vindas ! :D
ah ! quero agradecer também a todos que comentaram; finalmente o número de comentários superou o de postagens :')
enfim... mais 4 dias e estarei livre por um mês. ai, que sonho.
até breve, pessoinhas.
;*
segunda-feira, 15 de junho de 2009
passar 5 horas sentada no meio de uma sala com um monte de pessoas com o mesmo nome que você e fazendo uma prova enorme e chata sem poder nem tirar um cochilo não é legal.
sim, eu fiz meu primeiro vestibular e, quer saber ? não foi aquele monstro que todo mundo fala.
é só um monte de folhas com vários textos, algumas imagens e 300 itens aleatórios e chatinhos que tentam te confundir pra você não acertar divididos em duas provas. sem contar, é claro, a redação mirabolante no primeiro dia.
viu ? nada de mais.
agora, o que o vestibular significa na sua vida é que deixa ele tão difícil e complicado, dá crises de insônia e te faz passar mal durante a prova. mas na verdade isso é tudo coisa da cabeça das pessoas.
é por ele que você vai entrar na faculdade e seguir pra próxima fase da sua vida ? é. mas dificilmente consegue-se fazer algo bem feito quando se está nervoso.
aqueles conselhos de "faz com calma, pensa, respira", "faz só o que você sabe", "não fica olhando pro nerd do seu lado" são super válidos (menos, é claro, se seus chutes forem ótimos. aí você faz quantos itens você quiser).
agora vem a parte da relatividade:
tem gente que diz que não podemos comer coisas pesadas no dia, que temos que dormir cedo na noite anterior, aconselha a revisar fórmulas momentos antes da prova e até alguns avisam que (percebe a loucura) encher a barriga de água antes da prova melhora o seu desempenho.
no mínimo a gente se diverte com tantos palpites que todo mundo dá (principalmente professores) quando descobrem que prestaremos o tão temido.
então é isso... agora eu faço parte do grupo de vestibulandos e, como todos, quero muuito passar mas não tenho essa obrigação por enquanto, graças a Deus !
pra quem fez agora também, boa sorte; para aqueles que já entraram, parabéns; para os que ainda nem chegaram nessa fase, invejinha branca.
:*
ps: quem souber mais conselhos loucos pra vestibular, compartilhe ! :D
sim, eu fiz meu primeiro vestibular e, quer saber ? não foi aquele monstro que todo mundo fala.
é só um monte de folhas com vários textos, algumas imagens e 300 itens aleatórios e chatinhos que tentam te confundir pra você não acertar divididos em duas provas. sem contar, é claro, a redação mirabolante no primeiro dia.
viu ? nada de mais.
agora, o que o vestibular significa na sua vida é que deixa ele tão difícil e complicado, dá crises de insônia e te faz passar mal durante a prova. mas na verdade isso é tudo coisa da cabeça das pessoas.
é por ele que você vai entrar na faculdade e seguir pra próxima fase da sua vida ? é. mas dificilmente consegue-se fazer algo bem feito quando se está nervoso.
aqueles conselhos de "faz com calma, pensa, respira", "faz só o que você sabe", "não fica olhando pro nerd do seu lado" são super válidos (menos, é claro, se seus chutes forem ótimos. aí você faz quantos itens você quiser).
agora vem a parte da relatividade:
tem gente que diz que não podemos comer coisas pesadas no dia, que temos que dormir cedo na noite anterior, aconselha a revisar fórmulas momentos antes da prova e até alguns avisam que (percebe a loucura) encher a barriga de água antes da prova melhora o seu desempenho.
no mínimo a gente se diverte com tantos palpites que todo mundo dá (principalmente professores) quando descobrem que prestaremos o tão temido.
então é isso... agora eu faço parte do grupo de vestibulandos e, como todos, quero muuito passar mas não tenho essa obrigação por enquanto, graças a Deus !
pra quem fez agora também, boa sorte; para aqueles que já entraram, parabéns; para os que ainda nem chegaram nessa fase, invejinha branca.
:*
ps: quem souber mais conselhos loucos pra vestibular, compartilhe ! :D
terça-feira, 9 de junho de 2009
Com um salto Gina se pôs de pé e, apesar de o primeiro pensamento que lhe ocorreu ter sido fugir, ela olhou em volta procurando a origem do som. Talvez fosse algo perigoso mas também poderia ser... na verdade não se importava, tamanha sua curiosidade. Avançou o mais rápida e silenciosamente que conseguia até chegar às árvores de onde parecia ter vindo o grito e abaixou atras de um arbusto. Foi com surpresa que encarou as costas de um garoto alto e loiro que parecia agitado e resmungava coisas de um jeito meio enrolado. Abaixou rápido quando ele se virou subitamente aparentando segurar a língua enrolada na camisa e não pode deixar de reparar como o garoto em questão não era de se jogar fora.
Depois de alguns momentos Draco achou seguro parar de pressionar o ferimento e se jogou ao pé de uma árvore falando sozinho e com um ar irritado:
- Ideia absurda! Engatinhar nessa grama molhada... deve ter sido praga. O castelo era mais seguro... pelo menos não me sujei... será que aquela ruiva já foi embora ? Depois dessa tudo que eu quero é minha cama.
Gina o viu arriscar um olhar na sua direção, por cima de sua cabeça, para ver se tinha alguém sob a árvore que estivera à pouco. Estranhando o fato de o tal loiro estar esperando que ela fosse embora e achando que não tinha nada a perder, saiu cautelosa de seu esconderijo:
- Er... Oi ? Você tá bem? Eu ouvi seu grito... Você se machucou ?
Draco levantou tão rápido que quase bateu a cabeça em um galho baixo e Virgínia sorriu; era como se ver no espelho de tão desastrado que o desconhecido era. Tentando se recompor e parecer descontraído, ele se endireitou e colocou as mãos nos bolsos.
- Grito ? Que grito ? Eu tô ótimo, só...tropecei. Mas você não deveria estar nos jardins tão tarde. Eu sou monitor, sabe... poderia te dar uma detenção ou levar a algum professor, ruiva. - comentou com um tom de desafio tentando encurralar Gina.
- Ah, mas aí você já teria feito isso há muito tempo. - desdenhou ela sem se abalar. - Devo ter passado meia hora sentada ali e sei que você me viu porque resmungou que esperava que eu já tivesse voltado. A propósito, eu sou Gina e não "ruiva". E por que que você, monitor, está nos jardins tão tarde ?
Ele a mediu de cima a baixo e resolveu se divertir um pouco.
- Aquele castelo me cansa e vim dar uma volta. Bem, agora fiquei curioso: loira você não é e muito menos morena... Acho que te sobra ser ruiva, não é mesmo ? Ou "Gina" é uma nova cor ? A propósito, meu nome é Draco.
* zilhões de desculpas pela demora e pela continuação não estar tudo aquilo...
mas é que eu voltei para a realidade e lembrei que ainda sou colaboradora da Capricho e faz semanas que não faço nenhuma pauta do TDB. então eu criei um blog que vou usar pra continuar a fic e tentar mantê-la em dia. essa é a última parte que vai sair aqui (e não tenho previsões de quando vou atualizar o outro blog).
aliás, o blog é: http://ficbyme.blogspot.com/ siiim! nome brega, mas foi o primeiro que eu pensei :x
voltemos ao cotidiano...
Depois de alguns momentos Draco achou seguro parar de pressionar o ferimento e se jogou ao pé de uma árvore falando sozinho e com um ar irritado:
- Ideia absurda! Engatinhar nessa grama molhada... deve ter sido praga. O castelo era mais seguro... pelo menos não me sujei... será que aquela ruiva já foi embora ? Depois dessa tudo que eu quero é minha cama.
Gina o viu arriscar um olhar na sua direção, por cima de sua cabeça, para ver se tinha alguém sob a árvore que estivera à pouco. Estranhando o fato de o tal loiro estar esperando que ela fosse embora e achando que não tinha nada a perder, saiu cautelosa de seu esconderijo:
- Er... Oi ? Você tá bem? Eu ouvi seu grito... Você se machucou ?
Draco levantou tão rápido que quase bateu a cabeça em um galho baixo e Virgínia sorriu; era como se ver no espelho de tão desastrado que o desconhecido era. Tentando se recompor e parecer descontraído, ele se endireitou e colocou as mãos nos bolsos.
- Grito ? Que grito ? Eu tô ótimo, só...tropecei. Mas você não deveria estar nos jardins tão tarde. Eu sou monitor, sabe... poderia te dar uma detenção ou levar a algum professor, ruiva. - comentou com um tom de desafio tentando encurralar Gina.
- Ah, mas aí você já teria feito isso há muito tempo. - desdenhou ela sem se abalar. - Devo ter passado meia hora sentada ali e sei que você me viu porque resmungou que esperava que eu já tivesse voltado. A propósito, eu sou Gina e não "ruiva". E por que que você, monitor, está nos jardins tão tarde ?
Ele a mediu de cima a baixo e resolveu se divertir um pouco.
- Aquele castelo me cansa e vim dar uma volta. Bem, agora fiquei curioso: loira você não é e muito menos morena... Acho que te sobra ser ruiva, não é mesmo ? Ou "Gina" é uma nova cor ? A propósito, meu nome é Draco.
* zilhões de desculpas pela demora e pela continuação não estar tudo aquilo...
mas é que eu voltei para a realidade e lembrei que ainda sou colaboradora da Capricho e faz semanas que não faço nenhuma pauta do TDB. então eu criei um blog que vou usar pra continuar a fic e tentar mantê-la em dia. essa é a última parte que vai sair aqui (e não tenho previsões de quando vou atualizar o outro blog).
aliás, o blog é: http://ficbyme.blogspot.com/ siiim! nome brega, mas foi o primeiro que eu pensei :x
voltemos ao cotidiano...
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